Fevereiro passado tive a oportunidade de participar da cobertura da entrega do Oscar em Los Angeles.
Num momento de folga, perguntei a um integrante da equipe o que ele estava achando da cidade e das pessoas.
Ele disse: “me parece que todos estão vivendo um personagem, um papel, usando uma máscara”.
Concordei com ele, e fiquei pensando no assunto, questionando porque as pessoas escolhem viver um personagem, ao invés de quem realmente são?
Será que tentam não frustrar expectativas que foram lançadas sobre elas, ou simplesmente não se sentem boas o bastante?
Viver um personagem gera estresse e frustração e, mais cedo ou mais tarde, decepção. E o pior, atrasa nosso crescimento pois nos impede de avaliar e superar nossas verdadeiras fraquezas.
Então precisamos viver quem realmente somos. Se você não se sente bom o bastante, procure descobrir o porquê. Se é porque as pessoas querem mais, ou porque você quer mais. Se é você quem quer mais, invista em si mesmo e lute para se tornar melhor. Agora, se o problema são as expectativas alheias, a imposição da sociedade, da mídia ou do seu meio, talvez seja melhor uma mudança, procurar um outro cenário onde você possa ser você mesmo, sem a necessidade de máscaras.
Com certeza o seu verdadeiro eu é bom e bonito o bastante e tudo o que você precisa é acreditar e investir em si mesmo. Então, assuma o seu verdadeiro eu, abandone as máscaras e celebre quem você realmente é.

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