Todo mundo quer sair bem na foto, não é mesmo?

Se alguém nos aponta uma máquina fotográfica, imediatamente nos preocuparmos se estamos bem, bonitos, e adequados.

É engraçado quando tentamos fazer uma foto de família. Há sempre alguém que não quer estar na foto, que não obedece quando o fotógrafo nos manda sorrir.

Mas por que alguém tem de nos mandar sorrir? Isso não deveria ser natural daquele momento? Ou estamos tentando imortalizar algo que não é verdadeiro?

O fato é que, nas fotos, queremos aparecer mais bonitos, mais jovens, mais magros, mais felizes. Por quê? Será que o que somos não é bom o bastante?

Hoje eu tenho duas propostas. A primeira é que você perceba que você é muito mais do que aquilo que aparece na foto. Alto, baixo, gordo, magro, bonito ou exótico, feliz ou melancólico, você tem valor. E você não precisa provar nada pra ninguém, nem pra si mesmo.

Segundo, se aquela realidade virtual é tão melhor e desejada, por que não investir em torna-la real? Se há algo em você que te faz se sentir inadequado, que você gostaria de mudar, lute por essa mudança, faça o que for preciso para crescer e se tornar aquilo que você sonha. Para que, na próxima vez que for tirar uma foto, você esteja confortável com o seu verdadeiro eu e que a sua foto não seja virtual, mas, sim, real, e você possa, naturalmente, sorrir.

Eu dedico este post ao meu amigo Flávio Menoli, fotógrafo, que me ensinou que nós devemos fotografar as pessoas como elas são, porque elas são lindas assim!

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