Uma das grandes memórias da minha infância são as viagens de trem que eu e minha família fazíamos a São Paulo quando eu tinha uns 8, 9 anos. A viagem, em si, era terrível. Demorava e o trem era lotado, mas ela representava uma aventura, um rompimento com a rotina, e eu creio que isso é que me marcou.

Hoje eu olho para os meus filhos e penso: que memórias eles vão ter de suas infâncias? Aventuras como as que eu passei, ou apenas a rotina da escola – TV – tarefa – videogame – escola de novo…?

Nós precisamos investir em boas memórias. Eventos que marquem um momento e que, no futuro, possamos relembrar com carinho. Todos nós precisamos disso. E nossos filhos não têm a condição de promover isso. Então precisamos ser intencionais em lhes dar memórias assim.

Quando eles se tornarem adultos, vão poder se lembrar desses momentos especiais que tiveram com sua família, e isso lhes dará um forte senso de identidade e de pertencer, além de uma gostosa saudade da infância.

Invista no que eu chamo de “momentos memoráveis”. Pode ser algo simples como um pic-nic à beira do lago, ou um passeio de bicicleta, ou um acampamento no sítio de um amigo. Eu tenho certeza que esses momentos ficarão marcados na memória de seus filhos e que farão muita diferença em suas vidas, e na sua também.

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