Eleanor Roosevelt (1884-1962), respeitada Primeira Dama Norte Americana (esposa do ex-presidente Franklin Roosevelt), certa vez disse que “Uma pessoa madura é aquela que não pensa apenas em valores absolutos”.
Creio que ela quis dizer: ser capaz de enxergar as frações, o meio termo, o cinza que está entre o branco e o preto.
Quando ficamos firmes numa posição absoluta, ou extrema, num assunto qualquer, nos fechamos para qualquer outra hipótese, e assim abrimos mão de um conhecimento que pode ampliar nossos horizontes.
A pessoa madura, por outro lado, não permite que seu orgulho a impeça de mudar de opinião, quando isso for o mais sensato. Ela avalia os argumentos e se permite voltar atrás, sabendo que isso não é sinal de fraqueza ou derrota, mas sim de aprendizado.
Não estou dizendo que devemos correr atrás do vento e nos curvar a quaisquer opiniões, ou simplesmente a quem fala mais alto, mas que antes de assumirmos posições radicais que, na maioria das vezes, nos leva a conflitos desnecessários, devemos levar em conta os argumentos contrários e avaliar se nosso julgamento é realmente o melhor, ou se pode, quem sabe, haver um meio termo.
Pense nisso. Desenvolvendo esse discernimento você alcançará maior maturidade e equilíbrio em todos os seus relacionamentos.
E quando as pessoas perceberem que você é uma pessoa equilibrada e que não se julga um “sabe tudo”, ao contrário de confrontar suas ideias, elas buscarão o seu conselho e te ouvirão cada vez mais.

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