Fui para Vila Velha, no Espírito Santo, ministrar um treinamento empresarial. Aproveitei a oportunidade para levar a esposa e descansar o fim de semana.

Ficamos hospedados em frente à orla, e para minha surpresa, a praia que esteve sempre lotada durante a semana, no domingo estava vazia.

Uma local me explicou que a praia costuma estar cheia de turistas, mas que os locais a frequentam muito pouco. Segundo ela, por a terem sempre à disposição, não se dão o trabalho de frequentá-la. Afinal, como disse a moça, ela sempre vai estar ali…

Essa atitude é o que eu chamo de viver no piloto automático. Não mais observamos o que está ao nosso redor, seja belo ou feio, alegre ou triste, passamos por tudo e todos sem tomar o menor conhecimento.

Quando vivemos assim, deixamos de usufruir o que a vida tem para nos oferecer e nos contentamos em apenas existir, nem mais, nem menos.

Essa pode ser uma opção, certamente mais cômoda e até mesmo segura. Mas não é completa.

Eu prefiro viver a vida em sua plenitude. Observar e usufruir de tudo o que ela me oferece, alegrias, tristezas, momentos de encanto e até mesmo dor. Um coquetel de emoções que me fazem ser mais completo, mais humano.

Ao contrario daqueles locais que não usufruem da sua orla, eu passeei por ela todos os dias. Ali eu andei, conversei, comi e bebi. Senti sua brisa e seu calor. E sai dali renovado. Que você também saia do piloto automático e aprenda a usufruir de tudo de bom que a vida colocar ao seu alcance e que isto, te renove sempre.

Boa Jornada!

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