Recentemente tive a oportunidade de conhecer um atleta que subiu o Pico do Aconcágua na Argentina. Conversando sobre seu feito, lembrei-me de quando eu também, muito mais jovem, me aventurava em jornadas e escaladas com meus amigos mais chegados.
Foi uma conversa muito boa, mas num dado momento se tornou melancólica. Porque refletimos como a maior parte dos jovens não mais se aventuram desta forma. Gastam a maior parte de seu tempo no sofá, vendo TV, jogando videogames e enviando torpedos. Não sou contra essas coisas, até gosto de todas elas, mas temo que esta geração esteja trocando a aventura sadia pela comodidade da sala de estar.
E o que está em risco não são apenas as memórias que eles não terão, mas sim o seu sucesso em potencial. Aventuras são desafios. E se estes jovens não encaram um desafio nem para se divertir, será que o farão em cenários muito mais sérios? Na faculdade, no trabalho, na vida? Ou será que também escolherão o conforto da sala de estar, abrindo mão de todas as descobertas e sucessos que a vida lhes reserva?
Se você é pai, estimule seus filhos a aventura. Segura é claro. Mas estimule-os. Leve-os para fora e ajude-os a descobrir o explorador que têm dentro de si.
Se você é jovem, encare essa jornada. Quebre o ciclo “escola, TV, videogame” e perceba que há um mundo de coisas boas a ser descoberto. E que essa atitude de hoje irá se reverter em um grande diferencial no seu futuro.
Porque os líderes são aqueles que encaram os desafios e lutam para supera-los. E o mundo precisa muito de bons líderes.

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